terça-feira, 8 de maio de 2012

Atividade conjunta

A Chapa 2 - Caminhando Contra o Vento dá continuidade às atividades realizadas em conjunto com a Chapa 1 - Vamos à Luta (Eleições ASSUFSM) e Chapa 1 - Trabalho Docente e Compromisso Social (Eleições SEDUFSM). 

Convidamos tod@s para a mesa que debaterá o Plano Nacional de Educação hoje, ao meio dia, em frente ao antigo RU (campus).

sábado, 5 de maio de 2012

Prestação de Contas:

Doações de não-membros: 51,50 reais
Doações de membros: 174,50 reais
Passadas em salas: 242,30 reais
Pedágio dia 20/04: 47 reais

Adesivos: - 30,00 reais
Panfletos: - 660,00 reais
Material p/ faixas: - 39,05 reais

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Debates

A Chapa 2 - Caminhando Contra o Vento convida tod@s para participarem dos debates entre as chapas candidatas à direção do Diretório Central dos Estudantes da UFSM. Serão seis ao todo:

Dia 04 de maio (sexta-feira)
Campus Palmeira das Missões, às 11h. 
Campus Frederico Westphalen, às 14h.
Antiga Reitoria, às 19h.

Dia 07 de maio (segunda-feira)
Antigo Restaurante Universitário, às 12h.

Dia 08 de maio (terça-feira) 

Campus Silveira Martins, às 10h. 
Rádio Universidade, às 17h.

Os debates são formados por blocos de apresentação, perguntas entre as chapas e perguntas do público. Entre os temas propostos para serem abordados estão: formação profissional; acesso e permanência; extensão universitária; integração multicampi; transporte público; ações afirmativas; saúde; meio ambiente; democracia na Universidade; combate às opressões; formação política e relação com movimentos sociais; Universidade e sociedade. 

Participe, ouça as propostas de ambas as chapas e tome sua decisão. E não esqueça: no dia 9 de maio, compareça aos locais de votação e faça a sua parte.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Apresentação

Começou a campanha para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFSM! Convidamos tod@s a conhecerem a CHAPA 2 CAMINHANDO CONTRA O VENTO: a alternativa que os estudantes buscam para um DCE comprometido, verdadeiramente, com a comunidade estudantil e com o projeto de Universidade Pública, gratuita e de qualidade – uma universidade voltada às demandas reais da população; um DCE autônomo a governos, reitorias, partidos e empresas.

Uma gestão de DCE deve pautar a integração dos alunos, organizando eventos culturais e esportivos. Da integração, o DCE deve fomentar o debate das necessidades de cada aluno, de cada curso, de todos os campi, para buscar soluções. Tudo isso só acontece se o DCE buscar novas maneiras de se aproximar dos estudantes, ouvi-los e ser ouvido. O DCE deve estar presente na rua, no dia-a-dia dos estudantes.


Caminhando contra o vento surge a partir da unidade entre setores do movimento estudantil que não concordam com a política de atrelamento da atual gestão do DCE ao governo federal nem com o apoio às políticas de precarização e privatização do ensino superior. Além do mais, a Chapa 2 não concorda com a negligência aos debates necessários para a luta pela educação e pelos nossos direitos enquanto estudantes.

A CHAPA 2 Caminhando contra o vento defende um DCE que não seja apenas representativo, mas também participativo; que não faça uma gestão apenas em gabinetes, mas com muita discussão e lutas nas ruas, servindo de instrumento para a organização dos estudantes. Conheça mais nossas propostas.

Propomos


Acessibilidade
  • Construção imediata de elevadores e rampas de acesso a prédios, calçadas, etc., bem como a reforma das calçadas, para possibilitar uma locomoção mais fácil para as pessoas com necessidades especiais;
  • Fomentar e apoiar projetos de extensão que possibilitem o acesso de pessoas com necessidades especiais da comunidade santa-mariense e da região;
  • Pela contratação imediata de interpretes de Libras concursados.


Assistência Estudantil
  • Autonomia da direção da CEU frente à PRAE e ao DCE;
  • Contra a truculência da vigilância no campus;
  • Autonomia dos moradores das CEUs para decidir as regras de convivência;
  • Fortalecimento dos conselhos de moradores e assembleias;
  • Incentivo à criação do Conselho de Moradores da União;
  • Acabar com diferenças entre Pós-graduação, Ensino Médio, Graduação, etc. na Assistência Estudantil;
  • Substituição das bolsas-trabalho por bolsas-permanência para todos com benefício socioeconômico, bem como maior número de bolsas de pesquisa e extensão;
  • Contratação de servidores via Regime Jurídico Único para o lugar dos estudantes com bolsa-trabalho;
  • Aumento do valor das bolsas, sem diminuição do número das mesmas.
  • Compreensão de que os problemas de Assistência Estudantil não são apenas de responsabilidade do Reitor, mas também do governo, do modelo de educação e do modelo de sociedade;
  • Construção urgente de banheiros na União;
  • Maior agilidade da PRAE na concessão de benefício sócio-econômico;
  • Contra o inchaço dos apartamentos da CEU;
  • Mais espaços de lazer no campus: por contrução de uma área de lazer e convívio no campus, além da reforma dos espaços já existentes (churrasqueiras, bancos, etc.);
  • Considerar renda líquida para o teto de carência;
  • Discussão sobre ações afirmativas e seus respectivos acesso e permanência;
  • Casas de estudante para todos que precisarem no CESNORS;
  • Manutenção da bolsa-permanência para o CESNORS, mesmo para os moradores da CEU;
  • Três refeições para um número ilimitado de alunos no RU, tal como o acesso universal aos RUs para todos os estudantes;
  • Mais guichês para comprar créditos para o RU;
  • Auxílio-transporte para carentes moradores de Santa Maria;
  • Fim do limite de passagens para estudantes, por mais linhas de ônibus noturnas, colocando-se na luta pelo passe livre;
  • Mais linhas de ônibus noturnas;
  • Auxílio-transporte debitado automaticamente da UFSM para a ATU;
  • Teto da carência pelo mínimo do DIEESE;
  • Distribuição de 1 pedaço de carne por refeição no fim de semana;
  • Opção Vegetariana de alimentação todos os dias, incluindo o final de semana;
  • Ampliar e qualificar a cozinha da União;
  • Funcionamento do RU de segunda a segunda, com contratação de funcionários por Regime Jurídico Único;
  • Wi-fi aberta e de qualidade nos prédios, nas casa de estudante e na União;
  • Instalação de internet na CEU I;
  • Reestruturação da internet da CEU e configuração do modem da União;
  • Pela manutenção e ampliação do Prédio de Apoio Didático e Comunitário como centro de extensão universitária da UFSM;
  • Pela sistematização e periodicidade da limpeza dos Blocos feita pela Sulclean;
  • Ampliação da creche Ypê Amarelo em estrutura, número de vagas e professores(as), para que possa receber @s filh@s das mães estudantes, professoras, técnicas-administrativas e funcionárias terceirizadas;
  • Garantia de moradia e assistência estudantil para as mães estudantes e seus filh@s;
  • Direito aos filh@s das mães estudantes de se alimentarem nos RUs; 
  • Abertura dos banheiros do RU para acesso permanente da União como solução imediata (e exigir uma solução a longo prazo); 
  • Novos laboratórios para acesso à internet no Politécnico, já que os atuais estão defasados; 
  • Solução para as constantes quedas de energia no Politécnico.

Arte e Cultura
  • Promover apresentações e divulgar a produção artística e cultural de grupos de teatro, dança, música, artes plásticas, etc.;
  • Incentivar maior divulgação do Teatro Caixa Preta (anexo ao prédio 40) como espaço artístico-cultural da UFSM;
  • Finalização do prédio da Música, a fim de qualificar os cursos do CAL, com locais apropriados de aprendizagem;
  • Promover eventos contínuos de caráter artístico-cultural, como oficinas de arte/música/dança, saraus literários, exibição de filmes, etc.;
  • Dar continuidade ao festivalNossas ExpressõeseSemana da Calourada”, com maior enfoque na formação humana, política, artística e cultural;
  • Promover e incentivar atividades culturais, contribuindo no resgate da memória histórica dos espaços de Santa Maria, como o Museu Treze de Maio, Estação da Gare e Theatro Treze de Maio;
  • Tornar o espaço da boate do DCE culturalmente mais amplo.

CESNORS/UDESM
  • Lutar pela implementação de assistência estudantil plena em toda a UFSM;
  • Inclusão de um guichê de vendas de passagens de transporte urbano nos campi de Palmeira das Missões e Frederico Westphalen;
  • Autonomia das casas de estudante dos campi;
  • Transporte gratuito entre os campi;
  • Pelas 3 refeições nos RUs para todos os estudantes – carentes ou
  • não – e que os alunos de Silveira possam fazer as refeições no RU do 
  • campus de Santa Maria;
  • Bolsa auxílio-transporte para estudantes da UDESM;
  • Meia passagem para estudantes da UDESM; ou que a UFSM garanta o transporte dos alunos da UDESM que moram em Santa Maria;
  • Pela construção de casa de estudante em todos os campi!

Comunicação
  • Produção bimestral do Jornal do DCE (informativo, produtor de conhecimento e explicativo);
  • Pela potencialização e reestruturação dos meios de comunicação disponíveis para o DCE, com o intuito de popularizar e democratizar o acesso à informação;
  • Por um DCE mais presente na vida do estudante e mais dialogável;
  • Espaço no blog para materiais dos estudantes;
  • Fomentar uma cultura comunicacional na comunidade acadêmica.

Combate às opressões
  • Assistência diferenciada para mães e grávidas estudantes;
  • Debate sobre a criação de uma creche para mães estudantes;
  • Construção de espaços que debatam gênero, etnia e sexualidade;
  • Estímulo à criação de coletivos auto-organizados na UFSM e apoio aos existentes;
  • Assistência/apoio ao aluno oprimido por questões de gênero, sexualidade ou etnia.

Esporte e lazer
  • Promover espaços esportivos de integração estudantil;
  • Continuar com a contrução do JUSM, porém de forma coletiva com tod@s os estudantes;
  • Reivindicar um maior acesso dos estudantes e da comunidade aos espaços do esporte e do lazer da UFSM (quadras de esporte, campos de futebol, piscina, centro de eventos, etc.), não deixando sob o controle das fundações de direito privado;
  • Realizar espaços de discussão sobre esporte e mega-eventos;
  • Que os estudantes da União e da CEU possam usufruir das várias possibilidades de lazer nos espaços da UFSM sem sofrer repressões.

Finanças
  • Trazer a público as finanças da boate do DCE;
  • Fazer normativa do conselho fiscal;
  • Legalização do CNPJ do DCE;
  • Levantamento patrimonial do DCE;
  • Prestação de contas contínua e transparente.

Movimentos Sociais
  • Maior articulação com os sindicatos dos docentes e técnicos da UFSM;
  • Debate com as licenciaturas à respeito da reforma do Ensino Médio, proposta pelo governo Tarso, e das lutas dos professores;
  • Pautar o debate permanente do Transporte Público Municipal, em articulação com outros movimentos sociais, e não somente nos períodos de aumento da tarifa;
  • Maior aproximação com os movimentos sociais do campo e da cidade.

Organização
  • Transparência e publicização das atividades do DCE;
  • Para além da parte burocrática, que se relacione com professores, técnicos e movimentos sociais;
  • Articulação permanente com os grupos e organizações de esquerda da universidade;
  • Por um DCE que mais importância à presença no dia a dia e não à burocratização. 

Políticas Educacionais
  • Contra o PNE 2011-2020, que mercantiliza e privatiza a educação;
  • A favor da campanha 10% do PIB para a educação pública já;
  • Pela contratação via Regime Jurídico Único de professores efetivos e técnicos-administrativos; pelo fim das terceirizações;
  • Em defesa do tripé básico e indissociável do ensino, pesquisa e extensão;
  • Que os projetos de ensino, pesquisa e extensão da UFSM sirvam para a população e não para as empresas. Contra as parcerias público-privadas e a lei de inovação tecnológica;
  • Que o dinheiro usado para salvar as universidades privadas da falência, por meio do PROUNI, seja destinado às universidades públicas. Contra o PRONATEC – o PROUNI do ensino técnico;
  • Aumento do número de bolsas para pesquisa e extensão;
  • Pela construção imediata de prédios, laboratórios e salas de aula para cursos que apresentem debilidades de estrutura;
  • Criação do Conselho de DCEs do Rio Grande do Sul;
  • Que a expansão de professores, técnicos-administrativos e estrutura seja proporcional à de alunos. Em defesa da expansão com qualidade. Contra o REUNI;
  • Que a expansão dos cursos leve em conta os trabalhadores que podem estudar à noite. Criação de mais cursos noturnos, com a garantia de estrutura física e pessoal;
  • Boicote ao ENADE/SINAES. Por uma avaliação de verdade que represente a realidade de todo o Ensino Superior Brasileiro;
  • Defesa do acesso universal à Universidade. Contra o ENEM, e o vestibular, que elitizam o Ensino Superior;
  • Apoio para que o Pré Vestibular Popular Práxis tenha mais bolsas para os estudantes componentes dos projetos;
  • Implementação de laboratórios de informática onde for necessário – além da adequação dos laboratórios precários.

Pós-graduação
  • Articular os estudantes de Pós-graduação, estimulado o debate principalmente de: 1) Assistência estudantil (moradia, bolsas, etc.); 2) Produção de conhecimento, defendendo a construção de conhecimento socialmente útil, contra o produtivismo acadêmico; 3) Autonomia na universidade em relação a CAPES.

Saúde
  • Lutar por um sistema de saúde realmente público, gratuito, de qualidade de acesso universal e voltado para as demandas dos trabalhadores;
  • Contra a implementação da EBSERH e de qualquer outra forma de privatização do serviço público;
  • Organizar um ato em campanha contra a EBSERH;
  • Lutar por uma DCG interdisciplinar nos cursos de saúde;
  • Organizar uma cartilha da chapa contra a EBSERH;
  • Lutar pela construção de uma UBSE que abranja as demandas d@s estudantes e d@s trabalhador@s da UFSM;
  • Formação de um seminário interdisciplinar de saúde do trabalhador;
  • Formação de um GT permanente de saúde do trabalhador para fazermos debates e formulações sobe o tema;
  • Produzir uma cartilha de saúde do trabalhador;
  • Articular com os trabalhadores do HUSM a greve geral dos servidores públicos;
  • Organizar um fórum popular de saúde articulado com movimentos sociais e demais trabalhadores;
  • Articular atividades de saúde do trabalhador junto aos trabalhadores do HUSM;
  • Organizar espaços de educação permanente em saúde que contemplem a demanda dos estudantes.

Meio ambiente
  • Contra o Novo Código Florestal que mercantiliza a natureza e aplica a lógica mercadológica aos recursos naturais, tão indispensáveis a produção social da vida;
  • Pela criação de um Fórum interdisciplinar de conscientização ambiental no âmbito da UFSM;
  • Luta pela implantação de um projeto piloto modelo de compostagem na CEU e na União;
  • Revitalização dos córregos da UFSM;
  • Implantar uma coleta seletiva efetiva dentro da UFSM;
  • Estabelecer parcerias com as associações de catadores da cidade para o destino do material reciclável;
  • Conscientizar a população sobre a questão do abandono de animais no campus e sobre a posse responsável;
  • Promover, em parceria com as associações de bem estar animal da cidade, campanhas de adoção para os animais que hoje se encontram abandonados no campus da UFSM. 

Organização e Formação Política
  • Organizar grupos de estudo para problematizarmos questões de saúde, educação, trabalho, transportes e sociedade e, dessa maneira, construirmos formulações para formação política de todos os estudantes e trabalhadores;
  • Fortalecer nossas lutas práticas, organizando-nos coletivamente com os trabalhadores;
  • Criar grupos de estudos de formação teórica e política;
  • Organizar mais espaços de discussão e formação política;
  • Além da formulação de textos, produzir um jornal coletivamente com os Diretórios Acadêmicos, a partir de suas realidades e da realidade dos trabalhadores da UFSM;
  • Dar um caráter mais político à Semana de Acolhimento dos Calouros e construir um dia unificado com todos os cursos da UFSM;
  • Organizar mesas que permitam o debate e construção coletiva do conhecimento;
  • Fazer com que a boate tenha um caráter mais político e que as festas tenham uma maior variedade de estilos. Usar o local para resgatar a história e a cultura do movimento estudantil e de toda sociedade, além de denunciar as contradições que fazem parte da atual sociedade;
  • Construir semanas acadêmicas integradas, com objetivo de aproximar estudantes de suas áreas, para debaterem problemas que exigirão organização conjunta para que possam ser superados;
  • Maior aproximação com o movimento de Ensino Médio;
  • Potencializar e fomentar a auto-organização dos movimentos secundaristas dentro da UFSM.